PAULO DE FRONTIN, RJ – Vereadores rejeitam pedido de afastamento de Maneko Artmenko do cargo de prefeito.
A Câmara de Vereadores de Engenheiro Paulo de Frontin, rejeitou na noite desta terça-feira, dia 12 de agosto, por (08 X 01), a indicação do vereador Kaio Balthazar que sugeria o afastamento do Prefeito Maneko Artmenko de seu cargo.
Kaio, que é irmão do ex-prefeito Jaldo Balthazar, e oposição declarada do atual chefe do executivo, relatou “que reuniu nos últimos três meses, em cerca de 1.500 páginas, argumentos mais que suficientes para que Maneko Artmenko sofresse o afastamento do comando da prefeitura”.
No entanto, os argumentos apresentados, não convenceram os demais vereadores da casa, nem mesmo os dois parlamentares (Vinícius Nora e Gabirel Lourenço) que não são da base do governo, e que foram eleitos ao lado do candidato derrotado nas últimas eleições, Jaldo Balthazar.
O vereador Vinícius Nora, que também votou contra o afastamento do prefeito, disse em resumo no plenário que “não vejo argumentos contundentes que pudessem levar ao afastamento, e que com toda humildade, não me sinto capacitado, não sou juiz, para que eu possa aqui estar me sobrepondo à justiça, que até hoje analisa indícios, mas não deu sentença condenatória”.
Ao final de uma das mais agitadas sessões do Legislativo desse ano, em Paulo de Frontin, o prefeito Maneko Artmenko, obteve vitória por ampla maioria, e segue no cargo de prefeito da cidade.
“Foi uma vitória importante para que nosso governo siga administrando Paulo de Frontin e para que não haja uma ruptura em importantes projetos que a gente vem realizando em benefício da população. Esse resultado de oito votos a um não deixa dúvidas que os representantes do povo no legislativo, querem permitir que nosso mandato siga em frente”, teria dito a interlocutores Maneko Artmenko. O presidente do legislativo – Jeferson “Dudinha”-, mesmo não precisando, também se manifestou contrário ao afastamento do prefeito.
Na justiça: Tanto Maneko Artmenko, quanto vice Rodrigo Andrade Vaz, seguem defendendo de um processo na justiça, onde eles foram acusados de abuso de poder político e econômico durante as eleições municipais de 2024.
