Rio de Janeiro, RJ - Presidente da Alerj agradece Polícia Civil em ação contra criminosos
O presidente em exercício da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Guilherme Delaroli (PL), esteve nesta terça-feira (03/02) na Cidade da Polícia para agradecer o trabalho das forças de segurança.
Os agradecimentos tiveram com base, as ações dos policiais, que impediram atentados com bombas caseiras e coquetéis molotov e que poderiam ter consequências graves.
Os trabalhos, deflagrados pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática, resultaram na prisão de três pessoas e na apreensão de materiais que seriam usados em ataques contra prédios públicos, incluindo a própria Alerj.
Delaroli, que iniciou sua trajetória na segurança pública e tem forte ligação com pautas policiais, esteve acompanhado do secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, e do deputado Márcio Gualberto (PL), presidente da Comissão de Segurança da Alerj.
O parlamentar ressaltou que a operação foi fundamental para preservar vidas e garantir a estabilidade democrática.
“Eu vim agradecer ao Dr. Felipe Curi e todo trabalho da delegacia especializada, em especial dos policiais, que fizeram cessar essa tentativa de agressão e impediram uma tragédia de acontecer. Agora sabemos quem são os elementos, e o que estavam pensando”, afirmou Delaroli.
A “Operação Break Chain” cumpriu dezenas de mandados de busca e apreensão na capital, Região Metropolitana e interior do estado.
Segundo a Polícia Civil, os investigados estavam ligados a grupos que organizavam manifestações antidemocráticas em redes sociais, programadas para ocorrer simultaneamente em diversos estados do país.
No Rio, o ato estava marcado para às 14h de segunda-feira (02/02), em frente à Assembleia Legislativa.
O reforço no policiamento foi imediato, especialmente no Centro da cidade e no entorno da Alerj, que seria um dos principais alvos.
Para Delaroli, "a pronta resposta das forças de segurança reforça a confiança da população na atuação da polícia e demonstra que o Estado está preparado para enfrentar ameaças à ordem pública." Concluiu

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