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Sabado, 13 de Julho de 2024

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VALENÇA SE TORNA ‘CAPITAL DO ESTADO DO RIO’ POR UM DIA COM A CHEGADA DE CLAUDIO CASTRO À CIDADE

O Governador assinou também a desapropriação das ruínas do antigo Casarão das Artes

VALENÇA SE TORNA ‘CAPITAL DO ESTADO DO RIO’ POR UM DIA COM A CHEGADA DE CLAUDIO CASTRO À CIDADE
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VALENÇA, RJ Encerramento do Governo Presente 
 
As vésperas de comemorar 200 anos de fundação, Valença no Sulfluminense, recebeu a visita do governador Claudio Castro, nesta sexta-feira, dia 06 de outubro. O chefe do Estado trouxe alguns presentes. 

De forma simbólica, ao lado do Deputado Estadual André Corrêa, do prefeito Fernandinho Graça, do atual suplente de Deputado Federal, Luiz Antônio Corrêa e outras autoridades, Claudio Castro assinou decreto, com duração de 24h, tornando Valença a Capitai do Rio de Janeiro. 

A assinatura ocorreu após a aula magna -Rio de Janeiro, um Estado em Crescimento- que o governador ministrou no Centro Universitário da UniFAA. 

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“Esta é uma homenagem à Valença por sua relevância histórica, cultural, educacional e econômica. Por sua imensa contribuição, no passado e no presente, para o desenvolvimento do estado. Sem sombra de dúvida, a cidade tem papel fundamental na nossa economia. A verdadeira riqueza do Rio é a diversidade dos 92 municípios. Essa é a  força que impulsiona e fortalece o nosso progresso” enalteceu o Governador.

Encerramento do Programa Governo Presente: O encontro em Valença, reuniu o maior número de pessoas, nessa edição do programa do Governo.Os convidados ouviram diversos anúncios de Claudio Castro. 

Um dos principais, foi sobre a assinatura do Decreto de desapropriação, pelo estado, das ruínas do antigo Casarão das Artes. Um móvel histórico que futuramente será restaurado para abrigar um espaço cultural. 

Também foram divulgadas as diversas intervenções de pavimentação asfáltica no município. Desde o ano passado, cerca de 130 ruas da sede e distritos valencianos estão sendo pavimentadas.

Em outra ação, foi assinado o termo de cessão do Palacete Visconde do Rio Preto, onde será abrigado o Centro de Memória Comercial e Registros Históricos da região com à Jucerja.

"Hoje é um dia extremamente feliz para toda a cidade de Valença. Hoje estamos abrindo as comemorações dos 200 anos da nossa cidade e é uma alegria muito grande poder fazer esse ato aqui na Fundação Universitária Dom André Arcoverde", comemorou o deputado André Corrêa ao saudar a presença do Governador. No encerramento Claudio Castro falou sobre a economia do Estado: 

“Somos hoje a segunda economia mais dinâmica do Brasil, segundo o IBGE, com mais 194 mil empregos formais criados em 2022. Ocupamos hoje o 3º lugar no Ranking Nacional de Abertura de Negócios em 2022, com mais de 295 mil empreendimentos. Somos líderes na produção de petróleo e gás” reforçou o governador, que recebeu a Medalha Dom André Arcoverde, uma honraria concedida pela universidade a personalidades ilustres.

Também estiveram no encontro, outras autoridades estaduais, como a secretária de educação Roberta Barreto, do secretário de Agricultura Flavio Campos Ferreira e do presidente da Junta Comercial do Estado (Jucerja), Sergio Romay. 

Dados histórico do Casarão desapropriado: O antigo “Casarão”, hoje em ruínas, está localizado na esquina da Rua Padre Luna com a Praça da Bandeira, no coração da cidade de Valença.

Na década de 1850, a cidade vivia o apogeu da cultura do café. A vila fundada em 1803, crescia rapidamente, prestigiada pelos “barões do café”, que ali ergueram elegantes moradas.

Segundo o historiador Adriano Novaes, é neste tempo que João Francisco de Souza constrói em 1855, na ladeira da matriz um dos mais belos prédios da cidade.

O solar neoclássico de dois pavimentos, foi construído para duas finalidades: comercial no térreo, e residencial no Sobrado.
Em fins da década de 1850, o solar serviu de residência ao ilustre deputado e mais tarde senador do Império, Dr. Joaquim de Saldanha Marinho, até por volta de 1863.

O Casarão foi consumido por um incêndio em 28 de novembro de 2001, que não só destruiu o centenário solar, mas toda a coleção de livros raros da Biblioteca Municipal D. Pedro II. Eram cerda de 4.000 volumes e parte do acervo de arte da Academia Valenciana de Letras.

Após o incêndio, a edificação permaneceu em estado de abandono e sem uso, apesar de ter sido, por quase 170 anos, um elemento importante na paisagem urbana, um exemplar que testemunha a pujança do período do ciclo do café, integrando o Centro Histórico de Valença.

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